O jornalismo é transformador.

O jornalismo pode ser épico.

Mas quando se transforma em indústria, ele se aproxima do seu pior. Criatividade, espírito crítico e planejamento são sufocados por supostas objetividade, concisão e rapidez – uma superficialidade disfarçada. Um trabalho mecânico, substituível, perecível, que ignora profissionais diferenciados e potenciais a serem desenvolvidos.

Mas o jornalismo é feito de jornalistas. Daqueles que sabem que sua capacidade e vontade vão muito além dos limites da indústria. De quem mantém acesa a sua própria chama ao ver outros jornalistas deixarem um legado inspirador no Brasil e no mundo, com reportagens marcadas na memória, apesar de circunstâncias restritivas.

O jornalismo transformador e épico é fruto do trabalho de pessoas que entenderam o poder de uma reportagem e que construíram seus caminhos com seus próprios passos, muitas vezes enfrentando barreiras e resistências. É feito dos encontros de jornalistas,  que, ao contarem histórias, constroem as suas próprias. É a obstinação do repórter. É o comprometimento do editor.

Obras novas e únicas surgem da criatividade, em qualquer campo do conhecimento. É a crença no poder da dúvida, à esquerda e à direita, acima e abaixo, que gera as perguntas certas. É a capacidade de iniciar algo grandioso a partir do  que está à disposição de todos, embora ninguém esteja vendo, que nos ensina o poder da independência em busca da relevância. É o planejamento de cada passo que permite alcançar a excelência.   

Na era pós-industrial, a força do jornalismo não está em quem tem um parque gráfico ou uma grande redação. Fazer jornalismo é um ato democrático e singular. E a chance de deixar legado está na mão de quem acredita nisso.

É você, jornalista, quem move o jornalismo. Com criatividade e técnica, com inspiração e reflexão.

Como um artista diante de uma tela, temos o jornalista diante do mundo.  

O BRIO não quer ser apenas parte da era pós-industrial do jornalismo.

O BRIO quer propagar o jornalismo como arte.

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